"O povo de Goiás terá muito orgulho de mim. Você vai ver."
Waldomiro Diniz era assessor direto do Sr. José Dirceu, que por sua vez, é amigo de Luís Inácio e ex-ministro da Casa Civil no Governo LULA.
Recapitulando o texto anterior, Waldomiro pediu propina a Carlinhos Cachoeira para financiar a campanha política dos partidos Trabalhista (PT) e Socialista Brasileiro (PSB). Como assessor de José Dirceu, Waldomiro não foi por acaso até o escritório de Cachoeira. Ele simplesmente não adivinhou que ali havia um empresário corrupto, ganancioso, bicheiro, disposto a fazer qualquer coisa para enriquecer, inclusive receber propina proveniente de Verbas Públicas.
Agora vamos analisar a situação de forma livre e descontraída. Quem nunca teve um amigo que já pegou a menina mais feia da turma, ou tomou um chifre da namorada um dia? Provavelmente este amigo compartilhou sua derrota. Quando uma amizade é verdadeira, como a de Lula e Dirceu, dividimos todos os nossos sucessos e insucessos com nosso amigo do peito, e partindo desta concepção, me sinto à vontade para questionar. Com toda a amizade entre José Dirceu e Lula, seria possível que o "ministro amigo" não contasse este "sucesso" ao nosso "popular", "fundador do PT", "amado pelo povo", "humilde" e "milionário" ex-presidente Lula? (Nunca fui obrigado a usar tantas aspas em um texto. OMG O.O). Consigo até imaginar José Dirceu comemorando com Lula. "Lulinha, Lulinha, consegui uma grana preta para financiar a campanha de nosso partido. Lembra-se do Carlinhos de Goiás? Então, foi ele quem "contribuiu"."
Carlinhos Cachoeira ciente de que poderia tomar uma volta do Dirceuzinho, malandramente gravou sua conversa com Waldomiro. Dito e feito, a promessa não foi cumprida e a concorrência pública não aconteceu e a merda começou a feder. Cachoeira enviou a gravação para o Senador da República, Antero Paes de Barros, que por consequentemente, enviou ao Ministério Público, em Brasília. Por este motivo, nosso ex-presidente passou a sofrer de um seríssimo caso de INSÔNIA.
Fim da segunda parte

